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BANCO ESPAÑOL DE ALGAS

  • 24-02-2018 10:52
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O Banco Espanhol de Algas (BEA) da Universidade de Las Palmas de Gran Canaria (ULPGC) é um serviço nacional de I + D + i gerenciado pela Fundação do Parque das Ciências e Tecnologia das Canárias da ULPGC. Os objetivos básicos são o isolamento, identificação, caracterização, conservação e fornecimento de microalgas e cianobactérias, além de facilitar o desenvolvimento de um novo setor bioindustrial baseado no cultivo e aplicações de microalgas e cianobactérias.

Está localizado na Muelle de Taliarte, na costa de Telde, Gran Canaria. 

O BEA é membro desde 2001 da European Crop Collection Organization (ECCO).

Ele é membro desde 2003 da Federação Mundial de Coleções de Cultivo (WFCC).

Está incluído no World Microorganism Data Center (WFCC-MIRCEN) com o número de registro 837.

É sócio da ASEBIO, Associação Espanhola de Biocompanhias.

Ele é um membro da Micrusial Resource Infraestucture (MIRRI).

É credenciada ao Governo da Espanha como autoridade internacional para o depósito de microrganismos, de acordo com as disposições do Tratado de Budapeste, pela Resolução nº 239 da OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual) datada de 28 de outubro de 2005 Esta acreditação confere ao BEA a função de depositar algas com o objetivo de reconhecer a propriedade intelectual antes da Organização Mundial da Propriedade Intelectual e do Escritório espanhol de Patentes e Marcas Registradas.

Em BEA, as cepas de microalgas de regiões tropicais e subtropicais são conservadas, particularmente da região macaronésica.

O Banco Espanhol de Algas tem quatro linhas principais de pesquisa:

  • algologia aplicada
  • biotecnologia
  • biodiversidade e conservação
  • HABs

A equipe humana que trabalha no BEA é composta por 6 médicos, 3 graduados e 6 diplomados. Atualmente participa de 5 projetos de pesquisa (2018 -2020)

SABANA (HORIZON 2020) Projecto europeu que busca, através da implementação de uma biorrefinagem de microalgas, a produção de bioestimulantes, biopesticidas e aditivos alimentares, além de biofertilizantes e alimentos aquáticos, utilizando água do mar e nutrientes da água resíduos

GHANA (HORIZON 2020) projeto europeu que visa explorar e caracterizar as espécies do gênero Haslea, um novo recurso biológico marinho, para aplicações de tecnologia azul em aquicultura, cosméticos e, possivelmente, na indústria de alimentos e saúde.

SPITERM (Project RETOS - MINECO) Projecto nacional que propõe aproveitar as características das águas geotérmicas de baixa entalpia das galerias da ilha de Tenerife para reduzir os custos de produção comercial da microalga Spirulina (nome comercial dado a algumas espécies da Gênero Arthrospira) cuja demanda no mercado está aumentando.

REBECA (Projeto INTERREG-MAC 2014-2020) criará uma plataforma de desenvolvimento e cooperação territorial criada para promover a Biotecnologia Azul dentro do escopo geográfico da região macaronésica e da África Noroeste.

MIMAR (Projeto INTERREG-MAC 2014 - 2020) cujo objetivo geral é melhorar o conhecimento existente sobre as espécies com potencial afetação aos habitats da Rede NATURA 2000, identificando os mecanismos que originam suas proliferações e os vetores de introdução que eles usam, oferecendo mecanismos de prevenção, controle e monitoramento.